
Podemos ser a estrada tranqüila, muitas vezes percorrida, Ou o pequeno atalho, oculto, desconhecido.
Podemos ser o carvalho gigante, acolhedor, ou a pequena árvore, quase sem folhas ou flor.
Podemos ser o oásis de sonhos e de carinho, ou a areia escaldante, deserta de vida e de amor.
O que és o que sou o que somos, é algo muito íntimo.
Que nos leva à reflexão profunda, minuciosa.
Mas é também a consciência do valor daquela missão que, num momento especial, quisemos realizar.
E possa ela ser presença ou ausência, em seu significado.
Somente a nós caberá a responsabilidade daquilo que formos ou deixarmos de ser.
Do que aceitarmos ou deixarmos de aceitar.
Do que distribuirmos ou não pudermos distribuir.
Por não havermos apreendido a verdadeira mensagem...
E a vida, o mundo e a própria humanidade Será mais feliz, mais rica de significação.
Se o homem entender que seu papel é o que ele aceitou desempenhar, na parcela do tempo que o separa da própria eternidade.